Um GP que já deu aos brasileiros muitas alegrias no passado. E vamos ver como vai ser nesse 1º ano depois do acidente do jovem piloto Jules Bianchi que depois veio sua morte. Se chover muitos vão pensar no que aconteceu podendo perder alguns décimos de segundo. Boa sorte a todos os pilotos.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Diferenças nas freadas: Senna x Hamilton x Schumacher x Alonso x Vettel x Prost
Por: Jonathan Noble, Formula 1 Editor
Traduzido por: Gabriel Lima, Editor Stock Car Brasil
2015-09-09
Fabricante de freios histórica da F1, Brembo compara estilos de condução de alguns dos maiores campeões da categoria
Pilotos de Fórmula 1 são chatos. Pilotos de F1 não nos mostram sua personalidade. Pilotos de F1 nunca dizem nada. Carros de F1 são muito lentos e fáceis de se guiar. Os pneus da categoria não podem ser levados ao limite pelos pilotos.
Críticas como essas foram feitas longo dos últimos anos e tornaram-se ensurdecedoras. E, embora existam movimentos para fazer as coisas melhorarem, não há uma solução fácil para resolver todas as questões.
Mas, igualmente, tais críticas são um pouco injustas, porque, como um esporte, sempre se persegue o impossível: a necessidade de entregar emoção constante sem que se torne entretenimento puro como luta livre. Afinal, algumas coisas que são desejadas muitas vezes são contraditórias.
Hoje veremos um pouco do DNA da Fórmula 1 que não se pode acompanhar a olho nu. Como freiam campeões como Ayrton Senna, Fernando Alonso, Michael Schumacher e Lewis Hamilton, de acordo com dados da Brembo (fornecedora de peças de freio da categoria)? Confira aqui.
Ayrton Senna 
Ayrton Senna
XPB Images
Até hoje a Brembo não consegue lembrar um piloto que tenha usado uma pressão hidráulica tão alta como Ayrton Senna. Ele era verdadeiramente um campeão sensacional, e um dos primeiros pilotos a compreender a importância da evolução tecnológica dos freios.
O brasileiro adorava utilizar cilindros mestres menores para um melhor desempenho e maior eficiência do sistema. Além disso, ele foi um dos poucos - se não o único - que testou pessoalmente o desenvolvimento tecnológico dos sistemas. As pinças com quatro blocos de ligas de alumínio garantiam maior rigidez (e potência) ao sistema.
Michael Schumacher
O alemão foi o piloto mais mentalmente organizado que os técnicos da Brembo trabalharam ao longo dos anos. Determinado e consistente em seus tempos de volta, ele exigiu que o sistema de freios combinasse com seu desempenho.
Schumacher optava por um pedal de freio curto e muito sensível. Apesar de não ser um gigante, ele conseguia exercer uma força significativa sobre o pedal. A busca pela perfeição foi uma das maiores qualidades de Schumi: ele queria que os freios funcionassem continuamente, sem qualquer sinal de desgaste durante um GP.
Gilles Villeneuve
A pilotagem agressiva e extrema do ex-piloto de snowmobile teve seu impacto sobre o sistema de frenagem montado nas Ferraris nas quais correu.
Os técnicos mais antigos da Brembo ainda lembram - como uma espécie de pesadelo - como Villeneuve sabia abusar de seus freios corretamente com seu estilo extremamente agressivo.
Alain Prost
Alain Prost, um dos maiores rivais de Ayrton Senna, tinha estilos de frenagem e de guiar muito diferentes em comparação com o brasileiro. Ele era menos agressivo com seu carro e ao sistema de freios.
Seu estilo preciso e limpo significava que ele não pisava mais que o necessário no pedal. É por isso que o francês nunca fez quaisquer pedidos especiais para os engenheiros de Brembo. Ele não queria pedais curtos nem particularmente resistentes. Ele nunca levou o sistema a níveis extremos.
Isso não significa que Alain nunca estivesse preocupado com freios. Ele pedia continuamente para que os engenheiros preparassem configurações perfeitas e um sistema que pudesse ser confiável em todas as condições.
Sebastian Vettel
Segundo os técnicos da Brembo que trabalharam com ele para configurar o sistema de freios, Vettel é um “Schumi Jr”, porque contribui significativamente para o desenvolvimento do carro.
Além disso, ele consegue pegar as diferenças mais sutis no material de atrito. Atualmente ele é o único piloto a competir na Fórmula 1 que prefere um determinado conjunto de freios a outro devido aos diferentes tipos de carbono.
Ele gosta de iniciar voltas de classificação com novos conjuntos de freios para atingir essa aderência extra que consegue explorar ao tentar o melhor momento para uma volta rápida. Ele trabalha em perfeita harmonia com os pneus e opta por um pedal curto e extremamente reativo. Ele aplica força significativa no pedal de freio.
Fernando Alonso
Alonso, assim como outros campeões, é extremamente meticuloso quando se trata de encontrar a sensação perfeita com o sistema de freios. Sua força faz que ele possa aplicar a força máxima no pedal com impressionantes tempos de resposta.
Sua potência em termos de força física contrasta com sua técnica de frenagem muito limpa. Muitas vezes ele atinge o limite sem se exceder.
É como se Alonso tivesse sido capaz de criar uma espécie de ABS natural. Ele explora plenamente a aderência dos pneus para alcançar maiores velocidades enquanto freia sem bloquear as rodas.
Lewis Hamilton
O piloto britânico da Mercedes enfrenta uma sensação inteiramente original com seu carro. Ele quer se concentrar inteiramente no eixo dianteiro. Seu estilo de condução agressiva significa muitas vezes que bloqueie as rodas.
Lewis é extremamente reativo quando começa a frear. Por isso, ele muitas vezes excede os limites de aderência do pneu e, só então, após exercer uma pressão sobre o pedal, ele começa a controlar a ação do sistema de freios.
O piloto inglês quer o controle perfeito quando entra em uma curva, muitas vezes acelerando dentro da curva. De fato, a primeira parte da freada termina ao entrar na curva, o que e aumenta a probabilidade de travamento da roda dianteira interna.
O único limite que Hamilton entende, de acordo com seus engenheiros, é a temperatura máxima de freios. No entanto, é de seu estilo de pilotagem ir além de qualquer limite físico que garanta um estilo de correr verdadeiramente espetacular e produza resultados.
Todos diferentes, todos fascinante e todos com as suas peculiaridades únicas. Ninguém pode dizer novamente que pilotos de F1 são todos iguais - ou menos que brilhantes.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
GP Itália - Felipe Massa x Valtteri Bottas, duelo que ninguém viu.
Um dos destaques do GP da Itália foi o duelo entre Felipe Massa e Valtteri Bottas pela terceira posição nas últimas três voltas. Só que, infelizmente, o mundo ficou privado do duelo, já que o diretor de TV da Formula One Management (FOM), responsável pela geração das imagens, preferiu mostrar replays do carro de Nico Rosberg pegando fogo e a festa da torcida da Ferrari com o segundo lugar de Sebastian Vettel.
Enquanto isso, a disputa comia na pista. O vídeo abaixo mostra, pela câmera onboard colocada no carro de Bottas, como foi este duelo. E o finlandês chegou a estar bem próximo de ultrapassar Massa, que sofria com o desgaste excessivo de seus pneus traseiros. Mas o brasileiro deu show, mais uma vez, na defesa de posição, como já tinha feito em seu outro pódio na temporada, na Áustria. Assistam abaixo!
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Formula E - Novos e diferentes sons das unidades propulsoras!
A nova tecnologia powertrain que foi introduzida pela segunda temporada de fórmula e significa que os carros agora tenho um som distintas. Você pode ouvir as diferenças entre eles? Aqui estão deixando os boxes em donington
Click aqui para ver o vídeo.
Click aqui para ver o vídeo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Robbie Madison surfa uma onda no Tahiti em seu DIRTBIKE - Pika !!!!!
Palavras do próprio:
"Eu não quero tirar qualquer um dos meus outros truques, como todos eles me deram um fator emoção diferente, mas Pipe Dream é de longe o mais ambicioso projeto eu ter arrancado," Maddison disse em uma entrevista "A emoção era mais assustador do que gratificante. Há momentos em que você sabe que está no lugar errado, na hora errada, e isso é o mais próximo que eu já tinha sido a de que ".
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Sochi sem dinheiro para pagar Grande Prémio - Uma verdadeira salada russa!

A realização do Grande Prêmio da Rússia deste ano voltou a ser colocada em dúvida. Desta feita foi o governador interino da região de Krasnodar Kai, Veniamin Kondratiev a deixar bem claro que ainda não tem dinheiro para pagar à FOM, de Bernie Ecclestone, pelo direito de organizar o Grande Prêmio, nem os milhões que também são necessários para colocar de pé toda a estrutura, pois estamos a falar dum circuito não permanente.
Em causa está um enorme atraso na transferência de verbas entre o governo central de Moscovo e a região de Krasnodar Kai. “Não recebemos o subsídio de 64 milhões de Euros e sem esse crédito não vai haver Fórmula 1 em Sochi”, admite o governador interino da região, deixando bem claro que, “a situação económica da região é bastante complicada e não vamos utilizar os nossos próprios recursos para pagar pelo Grande Prémio, pois as nossas prioridades são a saúde e a educação.
Os fundos da região não serão utilizados para garantir a Fórmula 1 em Sochi e, por isso, teremos de esperar pelo subsídio do governo central para podermos pagar pela organização da prova.” As palavras de Kondratiev confirmam o que já tínhamos noticiado em diversas ocasiões – e que Ecclestone nunca tinha desmentido – pois os russos são os únicos que ainda não pagaram pelo direito de organizar um Grande Prémio este ano, estando claramente em situação de quebra de contrato.
Ecclestone raramente perdoa este tipo de coisas e a colocação da prova de Sochi numa data muito desfavorável no calendário provisório do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016 é a sua forma de mostrar aos russos que fazem melhor em pagar rapidamente se não quiserem ter de haver-se com um verdadeiro desastre financeiro no próximo ano.
Com o fim de semana de Sochi/2016 previsto para o final de abril e o primeiro dia de maio, as temperaturas esperadas na região raramente ultrapassam os 15º Celsius e a possibilidade de chuva é superior a 60 por cento, o que quer dizer que vai ser extremamente difícil aos russos atraírem espectadores para a sua corrida.
Mas mesmo com a corrida em outubro, Sochi arrisca-se a ter o seu Grande Prémio deste ano disputado de forma quase confidencial. No ano passado, apesar do enorme esforço de promoção que foi feito e de se tratar do primeiro Grande Prémio de Fórmula 1 na Rússia, apenas 45 mil espectadores assistiram à prova, o que representou uma forte perda de dinheiro para os organizadores. Este ano as coisas deverão ser ainda piores, apesar de Daniil Kvyat já estar na Red Bull, pois a dois meses e meio da prova, só foram vendidos 20 mil bilhetes, o que leva a prever que ainda vá menos gente a Sochi este ano do que foi o caso em 2014.
Duas semanas depois de termos visto 120 mil pessoas rumarem a Silverstone para assistir ao Grande Prémio da Grã-Bretanha, a falta de interesse dos russos pela Fórmula 1 é evidente, agravada pelo facto da prova se disputar demasiado longe dos grande centros urbanos para atrair mais espectadores.
Uma vez mais os organizadores do Grande Prémio tiveram de vir a público garantir que tudo está bem. “Estou seguro que o Grande Prémio da Rússia se vai realizar em Sochi este ano e também nas próximas temporadas. A preparação do evento continua a ser feira e nada mudou”, admite Sergey Vorobyev, o promotor do evento.
Mas a verdade é que sem dinheiro não haverá Grande Prémio e a Rússia vive uma situação muito complicada. Ao embargo imposto pelos principais países ocidentais ao comércio com a Rússia, na sequencia da invasão de parte da Ucrânia no ano passado, acresce a crise cambial que fez com que o rublo valha menos 30 por cento do que acontecia há exactamente um ano, pois são agora necessários 62 Rublos para comprar um Euro, quando no ano passado o ratio era de 47,6 Rublos para um Euro.
Como o contrato entre os organizadores da prova e Ecclestone especifica um pagamento em Euros, o custo para os russos aumentou em 30 por cento, mas a verdade é que o presidente russo, Valdimir Putin, tem uma arma a seu favor e é bem capaz de a jogar.
Ecclestone investiu tanto do seu tempo e imagem na realização desta prova, contra a vontade das equipas e patrocinadores, que anulá-la após uma única temporada seria humilhante para o octogenário de Londres. Entre a sua imagem pública e o seu bolso, o Ecclestone que conhecemos não teria problemas em optar pelo dinheiro, mas nos últimos anos o patrão da Fórmula 1 mudou muito e poderá aceitar uma perda importante de dinheiro para não ser humilhado em público, e é nisso que os russos parecem apostar para atrasar ao máximo o pagamento que já é devido há meses.
Fonte, ler mais: http://autosport.pt/sochi-sem-dinheiro-para-pagar-grande-premio-uma-verdadeira-salada-russa=f137180#ixzz3gid2mCVw
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Nelsinho Piquet - Campeão da Formula E
O que você precisa saber do título de Piquet na E
Saiba tudo sobre a eletrizante decisão, com fotos, números, vídeos, frases e estatísticas; confira!
DATEAUTHORBruno Vicaria
A notícia bombou neste domingo nos principais veículos de comunicação do mundo: Nelsinho Piquet foi campeão da Fórmula E com uma colaboração valiosa de Bruno Senna, derrotando Sebastien Buemi e Lucas di Grassi na disputa direta acontecida na rodada dupla final do ano em Londres.
Curiosamente, a camaradagem e a amizade dos dois principais sobrenomes do automobilismo brasileiro, algo completamente inimaginável há 25 anos por seus antecessores, acabou rendendo um momento histórico para o combalido esporte a motor dessas bandas e deixou os fanáticos por Senna e por Piquet tendo de ceder no ódio visceral e concordar que os dois juntos funcionam muito bem.
Sendo assim, separamos os principais vídeos, fotos, frases e curiosidades. Vamos a elas:
CURIOSIDADES
- Este é o primeiro título de Piquet desde a experiência traumática na F1, onde acabou como protagonista do "Cingapuragate", quando foi induzido a bater para ajudar Fernando Alonso na Renault. Curiosamente, desde então, Alonso nunca mais ganhou um título mundial, ao contrário de Nelsinho.
- Pela primeira vez um brasileiro volta a vencer um campeonato mundial de pilotos chancelado pela FIA desde Ayrton Senna em 1991.
- Este é o principal título de um piloto brasileiro em uma categoria de alto nível de monopostos desde a conquista de Tony Kanaan na Fórmula Indy em 2004.
- Apenas um ponto separou Nelsinho Piquet de Sebastien Buemi no resultado final. Enquanto Piquet avançou e não cometeu erros durante todo o fim de semana, Buemi viu sua vitória no sábado se transformar em tragédia no domingo ao rodar sozinho e deixar a taça fugir.
- Buemi teria sido campeão caso tivesse ultrapassado Bruno Senna pela quinta posição. Tentativas não faltaram, com Buemi quase chegando a empurrar Senna para fora da pista. O suíço chegou a reclamar diretamente com o brasileiro após a bandeirada, mas depois admitiu que a culpa maior foi dele.
- A decisão foi sofrida para Piquet até depois da bandeirada: o então vencedor Stephane Sarrazin acabou punido e caiu para 15º, deixando todos confusos na hora das contas. Porém, a penalização de nada impediu o título de Piquet.
MELHORES MOMENTOS DA PROVA FINAL
Clique acima para ver os highlights do domingo e aqui para assistir ao resumo da corrida do sábado.
PREMIAÇÃO DE GALA
Clique aqui para ver um clipe do evento que aconteceu após a prova.
A PALAVRA DO CAMPEÃO
Foi um ano complicado, um final de semana muito difícil, largamos muito atrás. Mas acabou sendo um dia incrível, conseguimos chegar onde precisávamos. Havia combinado com a equipe de não falar muito no rádio e apenas fazer a minha corrida. Nem sabia direito se tinha sido campeão, por isso não comemorei direito. Acelerei muito desde o começo, estou aliviado com o resultado que atingi. Eu sabia que seria possível reverter o quadro do grid de largada.
- Nelsinho Piquet
Clique aqui para ver a entrevista oficial em inglês
A PALAVRA DOS DERROTADOS
Demos tudo e lutamos pelo título até a última curva - nós temos o comprometimento, como time, de fazer isso todas as vezes. Embora não tenhamos conquistado o título, ainda assim podemos voltar para casa de cabeça erguida e orgulhosos de termos disputado ponto a ponto na primeira temporada da F-E. A próxima temporada começa amanhã.
- Lucas di Grassi
Clique aqui para ver a entrevista oficial em inglês
É assim que funciona, você tem que aceitar. Eu cometi um erro, perdi uma posição, e isso me custou o campeonato.
- Sebastien Buemi
Clique aqui para ver a entrevista oficial em inglês
A DEFESA DOS ACUSADOS
Não me sinto um pouco responsável pelo desfecho. Buemi estava atrás de mim porque rodou na saída dos boxes na volta da troca dos carros. Eu estava apenas brigando pela minha corrida. Foi gratificante terminar com nosso resultado mais expressivo depois de uma prova muito batalhada e de um ano difícil. É muito bom que esse primeiro título da Fórmula E venha para o Brasil. Nelsinho está de parabéns, porque fez um ótimo campeonato, principalmente na segunda metade da temporada.
- Bruno Senna
NÚMEROS DA PRIMEIRA TEMPORADA
Provas em 2015: 11
Voltas totais: 373
Distância total: 918 km
Voltas totais: 373
Distância total: 918 km
Vencedores de 2015:
Sebastien Buemi (Uruguai, Mônaco e Londres/1), 3;
Nelsinho Piquet (Long Beach e Moscou), 2;
Sam Bird (Putrajaya e Londres/2), 2;
Lucas di Grassi (Pequim), Antonio Felix da Costa (Buenos Aires), Nicolas Prost (Miami) e Jerome D'Ambrosio (Berlim), 1.
Sebastien Buemi (Uruguai, Mônaco e Londres/1), 3;
Nelsinho Piquet (Long Beach e Moscou), 2;
Sam Bird (Putrajaya e Londres/2), 2;
Lucas di Grassi (Pequim), Antonio Felix da Costa (Buenos Aires), Nicolas Prost (Miami) e Jerome D'Ambrosio (Berlim), 1.
Poles de 2015:
Jean-Eric Vergne (Uruguai, Miami e Moscou), 3
Sebastien Buemi (Buenos Aires, Mônaco e Londres/1), 3
Nicolas Prost (Pequim, Putrajaya), 2
Daniel Abt (Long Beach), 1
Jarno Trulli (Pequim), 1
Sebastian Sarrazin (Londres/2), 1
Jean-Eric Vergne (Uruguai, Miami e Moscou), 3
Sebastien Buemi (Buenos Aires, Mônaco e Londres/1), 3
Nicolas Prost (Pequim, Putrajaya), 2
Daniel Abt (Long Beach), 1
Jarno Trulli (Pequim), 1
Sebastian Sarrazin (Londres/2), 1
Voltas mais rápidas de 2015:
Sam Bird (Buenos Aires e Londres/2), 2
Nelsinho Piquet (Miami e Berlim), 2
Takuma Sato (Pequim), 1
Jaime Alguersuari (Putrajaya), 1
Daniel Abt (Uruguai), 1
Nicolas Prost (Long Beach), 1
Jean-Eric Vergne (Mônaco), 1
Sebastien Buemi (Moscou), 1
Lucas di Grassi (Londres/1), 1
Sam Bird (Buenos Aires e Londres/2), 2
Nelsinho Piquet (Miami e Berlim), 2
Takuma Sato (Pequim), 1
Jaime Alguersuari (Putrajaya), 1
Daniel Abt (Uruguai), 1
Nicolas Prost (Long Beach), 1
Jean-Eric Vergne (Mônaco), 1
Sebastien Buemi (Moscou), 1
Lucas di Grassi (Londres/1), 1
Pilotos participantes em 2015:
35: Daniel Abt, Jaime Alguersuari, Marco Andretti, Sam Bird, Matthew Brabham, Sebastien Buemi, Michela Cerutti, Karun Chandhok, Jerome D'Ambrosio, Antonio Felix da Costa, Lucas di Grassi, Salvador Duran, Loic Duval, Alex Fontana, Antonio Garcia, Nick Heidfeld, Katherine Legge, Fabio Leimer, Vitantonio Liuzzi, Franck Montagny, Charles Pic, Nelsinho Piquet, Nicolas Prost, Stephane Sarrazin, Takuma Sato, Bruno Senna, Oriol Servia, Simona de Silvestro, Scott Speed, Jarno Trulli, Ho-Pin Tung, Oliver Turvey, Jean-Eric Vergne, Justin Wilson e Sakon Yamamoto.
35: Daniel Abt, Jaime Alguersuari, Marco Andretti, Sam Bird, Matthew Brabham, Sebastien Buemi, Michela Cerutti, Karun Chandhok, Jerome D'Ambrosio, Antonio Felix da Costa, Lucas di Grassi, Salvador Duran, Loic Duval, Alex Fontana, Antonio Garcia, Nick Heidfeld, Katherine Legge, Fabio Leimer, Vitantonio Liuzzi, Franck Montagny, Charles Pic, Nelsinho Piquet, Nicolas Prost, Stephane Sarrazin, Takuma Sato, Bruno Senna, Oriol Servia, Simona de Silvestro, Scott Speed, Jarno Trulli, Ho-Pin Tung, Oliver Turvey, Jean-Eric Vergne, Justin Wilson e Sakon Yamamoto.
Voltas por posição:
1º lugar: Sebastien Buemi, 113 voltas
2º lugar: Lucas di Grassi, 86
3º lugar: Lucas di Grassi, 68
4º lugar: Lucas di Grassi, 65
5º lugar: Nelsinho Piquet, 53
6º lugar: Nicolas Prost, 68
7º lugar: Nicolas Prost, 63
8º lugar: Jerome D'Ambrosio, 46
9º lugar: Nelsinho Piquet, 36
10º lugar: Antonio Felix da Costa, 42
1º lugar: Sebastien Buemi, 113 voltas
2º lugar: Lucas di Grassi, 86
3º lugar: Lucas di Grassi, 68
4º lugar: Lucas di Grassi, 65
5º lugar: Nelsinho Piquet, 53
6º lugar: Nicolas Prost, 68
7º lugar: Nicolas Prost, 63
8º lugar: Jerome D'Ambrosio, 46
9º lugar: Nelsinho Piquet, 36
10º lugar: Antonio Felix da Costa, 42
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